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11 dezembro 2011

Um Parenteses: Medo e Solidão

                                      
Nos últimos meses, venho percebendo que o meu lado mãe anda dividindo num duro páreo, um pequeno espaço com meu lado mulher, meu lado indivíduo, ser vivo, gente.
Como mãe, me sinto inteira, completa. Então a coisa se aquieta. Mas como alguém sinto que ainda falta tanto pra chegar lá. Tenho sentido um grande medo e uma grande solidão. Me apego em minhas crenças, em meus amores e peço pra que tudo passe bem rápido. E muitas vezes passa. Mas, numa noite em que todos dormem mais cedo e que fico sozinha com meus pensamentos, questiono tantas coisas e sinto falta de muitas outras.
Vivo me perguntando como cheguei até aqui, do jeito que as coisas são e estão. Eu que fiz tudo ficar assim ou elas se desenvolveram dessa forma com o tempo, independente dos meus atos e vontades.
Mudei muito. Lembro-me que, na minha época de escola, as meninas tinham Cadernos de Recordações, onde os melhores amigos eram convidados a escrever uma mensagem que ficaria ali gravada para sempre. Engraçado que me vem sempre à cabeça uma mania que a gente tinha de escrever "não mude nunca", "nunca deixe que o mundo mude você". Pois bem. Não segui à risca os conselhos que recebi. Ou eu mudei ou o mundo me mudou, não sei. Mas, alguma coisa aconteceu. 
E por conta disso, vivo sentido saudades de algo que não sei ao certo o que é. Uma tristeza presa no meu peito. Sinto uma imensa falta de um pedaço que não sei por onde ficou durante toda essa caminhada. Queria poder voltar atrás e encontrá-lo, recuperá-lo. Mas, não dá. 
Então eu sofro. Sinto medo e solidão. Medo de perder mais alguma coisa. Solidão porque somente eu posso entender tudo isso.

15 maio 2011

Quem sou? Onde estou? Para onde vou?


Ontem a tarde, após chegar de uma festinha de aniversário, estava me sentindo extremamente esgotada. Um cansaço que fazia meu corpo doer e me dava vontade de chorar. Já conheço essa sensação: chegou a hora de ajustar novamente o hormônio da tireóide.
Bom, graças aos céus, o Lucca também estava cansadinho - por motivos bem mais saudáveis, lógico! - e resolvemos dar um cochilo até o papai chegar do trabalho.
Eu dormi cerca de uma hora. Acordei e já era noite. Nem me lembrei de olhar o Lucca que dormia ao meu lado, me levantei no escuro e, totalmente ausente, me sentei na sala. Uma baita sensação estranha. A casa estava uma bagunça de brinquedos por todo lado mas, estranhamente, aquilo não me incomodava.Fiquei naquelas, meio zumbi, até que o Fá chegou. Sentamos juntos no sofá e parecia estarmos dentro de uma realidade diferente na Matrix...rs! O passado estava de volta! Eu e ele, sentados no sofá, a casa em silêncio, a Abigail fazendo companhia. A televisão ligada na novela parecia nem emitir sons. Ficamos lendo a Veja que havia acabado de chegar e, calmamente, comentávamos as reportagens. Foi uma sensação gostosa, de um completar o outro, de sossego, de paz...
Isso durou um bom tempo. Depois, deitamos abraçados, assistimos ao jornal e comecei a me questionar sobre o que estaria acontecendo. Quem realmente era eu ali, naquele momento? E percebi, naquela hora, que eu existo, que sou alguém independente de qualquer coisa. Alguém que cansa, que chora, que sente, que precisa de descanso, que tem seus próprios sentimentos. Alguém que precisa de uma trégua, das coisas ruins e das coisas boas também. Percebi que preciso, às vezes de um tempo pra ser só eu, pura e simples.
Me senti bem com tudo isso. Muitas vezes eu acabo me confundindo com tantas funções e realidades dentro da minha vida, ser mãe, esposa, dona de casa, profissional, que esqueço da Giovana, das minhas verdadeiras vontades e gostos. Por instantes, resgatei isso e me senti prá lá de contente. Matei saudades, sabe... 
Resolvi então ir até o quarto para olhar o meu bebezinho dormindo, para velar um pouco seu sono. Liguei o abajur e me deitei ao seu lado. Nessa hora me surpreendi. Ainda estava com aquela sensação leve de ausência e, ao deitar ao lado do Lucca e perceber seu tamanhão, me assustei. Quase cheguei a perguntar: Cade o meu bebê? Quem é esse menino?
Foi aí que comecei a voltar à realidade. Como ele está grande, pensei. E, logo em seguida, já veio a constatação: Preciso fazer seu jantar! Será que tem peixinho no freezer? Pronto. A outra eu estava de volta, sempre alerta!
Percebi então que esse reencontro comigo mesma havia sido muito importante. Afinal, me encontrei com minha essência e entendi que preciso me tratar melhor, cuidando de tudo e de todos e me incluindo no pacote. 
Mas, tudo nessa vida tem suas compensações, porque, deitar ao lado de um garoto lindo e saudável que, logo em seguida acorda e diz, olhando no fundo dos teus olhos: Te amo, mamãe! faz cada minuto da realidade valer a pena.
No fim das contas, percebi que sou muitas em uma só e sou muito feliz com todas que sou. E que, às vezes, uma fica mais esquecedinha que as outras mas, apesar de sumida, ela continua ali, no fundinho da minha alma. E trazê-la a tona para umas férias, foi bom demais...


Meninas, hoje é o último dia do Concurso da Sanremo. Entrem no post e vejam como participar!

01 fevereiro 2011

Ahhhhhh! Santa Paciência, Cadê Você?

                                                                           
Ninguém, a não ser quem tem um filho de três anos, mesmo que recém-completados, pode imaginar o que eu passei entre ontem e hoje com o meu doce e querido Lucca.
Resumindo: teve briga com o primo Gui para não emprestar seus brinquedos, birra no shopping com direito a se jogar no chão chorando e gritando, puxou o cabelo da Tia Andrea (queridíssima tia da escola do ano passado, que vem me dando uma forcinha com ele durante as férias) quando ela tentou colocá-lo no carro, e, fechando com chave de ouro, deu escândalo, dos feios, numa loja de sapatos que tem aqui na esquina de casa quando fomos lá trocar um par que comprei do tamanho errado.
E não pensem que, em alguma dessas situações, ele estava sendo injustiçado, com fome ou sono, entediado ou irritado. Só para constar, o Gui lhe empresta todos os brinquedos quando o Lucca o visita em sua casa. O Lucca não deixa o coitadinho brincar com nada quando vem aqui. Fomos ao shopping para ele brincar no parquinho, e não para submetê-lo a uma torturante tarde de compras. A Tia Andrea foi apenas colocá-lo no banco de trás do carro para irmos embora. E a troca de sapatos não durou dez minutos. Até porque acabei nem trocando. 
O estopim aqui foi a p*rr@ do IPhone. Ocorre que ele está viciado em assistir ali os vídeos do Thomas no youtube. Se ele vê o bendito aparelhinho, quer porque quer e, sem olhar para os lados ou para baixo, pisa, grita e exige-o em suas mãos imediatamente.
O pai dele me ligou e eu apenas tirei da bolsa para atender. Com o sinal ruim, fiquei tentando retornar a ligação. Ele viu e começou a gritar que queria. E eu tentando ligar. E ele puxando meu vestido. E gritando que queria. E chorando. E o sinal nada. E eu nada de conseguir falar com o Fabricio. E ele chorando.
Desisti, mais por vergonha do escândalo do que por convicção, e dei o aparelho nas mãos do pequenino mandão.
Nesse momento, aparece a foto do pai, o telefone toca e duas opções aparecem: atender ou recusar. Ele não teve dúvidas: recusou na hora e tratou de procurar seus vídeos. Não me segurei e soltei um baita palavrão, peguei minhas coisas, tirei o telefone dele, ele gritava desesperado, a loja inteira me olhou com cara de desaprovação + pena + que louca! + pra que tem filhos se é pra tratar assim? + some logo pra eu poder comprar meus sapatos em paz! Sumi do local e não volto lá antes da renovação de toda a equipe de vendas...rs!
Gente! Que doidera! Perdi totalmente o equilíbrio. Mas, eu tenho motivos pra isso. Sei que ele já tem bastante discernimento e fiquei muito p. da vida por ele ter me desobedecido e ter desdenhado da minha autoridade em todo o conjunto da obra.
Cheguei em casa, mandei-o pro quarto liguei a TV, ele deitou na cama com a Vó Beth e lá ficou enquanto eu e o Fabricio fizemos nosso intervalo semanal para meditações e orações - e eu super no clima, quase soltando fogo pelo nariz...rs!. Ao terminarmos, já estava bem mais calma e nós três nos sentamos com ele na cama e conversamos. Ele prometeu não fazer mais isso, reconheceu que estava errado, pediu desculpas e falou para o pai por três vezes: - "Me deixa que eu estou nervoso" - Imagina se pode!!!
No fim das contas, a Vó me chamou para uns conselhos, me mandou ler este artigo, ter paciência e me pediu para perdoá-la por possíveis beliscões que ela possa ter me dado (e me deu, sim! rs...) na minha infância.
Ela foi pra casa dela e, eu e o Fabricio ficamos na sala conversando e eu li o artigo. Ótimo, por sinal! Minutos depois, diante do silêncio do meu pequeno, fomos ao quarto olhá-lo e, acreditem, estava dormindo, na minha cama, diante da TV passando o filme do Thomas, com a paz dos justos no semblante.
Bateu o remorso, a culpa. Mas, logo a voz da consiciência me chamou a atenção e me lembrou que sou mãe dele. Que eu devo ensiná-lo a diferenciar o certo e do errado e, que se eu não fizer isso, a vida o fará de forma bem mais cruel.
E assim, só tenho uma pergunta e uma constatação: 1- Se esses foram os dois primeiros dias dos três anos de sua vida, como serão os outros trezentos e sessenta e três dias? 2- É, eu tô ferrada...

01 novembro 2010

Querido Diário: Mais um Desabafo


Estou mais uma vez naquelas fases chatas, em que a gente enjoa da vida, se cansa de tudo, tem vontade de deitar e dormir até tudo passar. Ou a TPM acabar.
Estou com vontade de chorar, sem motivo, e de bater em alguém, também sem motivo. Sabe como é, né? E o pior é ter que explicar, todo santo mês, pra todo mundo que convive comigo, que isso não passa de uma fase, e não tem cura, e logo passa, e que o problema é com você e não com elas.
A maior vontade de todas é ganhar um colo, um carinho, uma proteção daquele querido marido, como se fosse antigamente, quando era apenas um namorado. Como se não existissem ainda casa, cachorro e filho. Como se não houvessem obrigações a cumprir, trabalho a fazer, pepinos pra resolver.
Outra grande vontade é deixar essas lágrimas, que não tem motivo pra existir, cairem até eu desidratar. Quem sabe daí elas param de insistir em vazar tão insistentemente dos meus olhos.
Também queria pintar o cabelo de preto, cortar curto, depois pintar de loiro de novo e fazer um mega-hair e ficar igualzinha já estou, mas me achando bem mais bonita porque acabei de sair do salão. Se desse pra incluir no pacote, gostaria de perder apenas três quilinhos que ganhei por probleminhas de saúde e que insitem em não ir embora nunca mais. E pior disso é que parece que os três estão concentrados na barriga.
E já que é pra pedir, que venha uma total falta de apetite para que eu pare de comer como uma fera que acabou de acordar de seis meses de hibernação. Que eu pare de desejar pastel com cerveja, pizza com coca, chocolates, churros, sorvetes, cachorro-quente com batata frita, e tudo mais de bom que há nessa vida. 
Ah! E pra terminar, que me tirem a carteira de habilitação pois, nessas fases, o-d-e-i-o dirigir. Xingo todo mundo, me estresso, me aborreço e choro muito pela injustiça de uma pessoa mudar de faixa sem dar a seta. 

24 agosto 2010

Os tombos que eu tomo e que ninguém vê...

Muita gente me acha um exemplo de mãe e o Lucca um exemplo de filho; que tudo é perfeito, que a gente não se desentende, que eu não me aborreço e que ele sequer me dá trabalho. Tudo um monte de devaneios! Principalmente nas últimas semanas, ele anda me dando muito trabalho. Trabalho não só no sentido de acordar várias vezes durante a noite e de exigir demais a minha presença durante o dia. O pior mesmo vem sendo os embates, os enfrentamentos. E eles me fizeram voltar novamente aos meus arquivos, de tudo que já li e já opinei com relação a essa fase da criança. E percebi que estou fazendo tudo errado. Nesses embates nunca saem vencedores. Eu nunca vou conseguir que ele faça o que eu quero porque ele não entende o que é e nem o porque de eu querer. É puro estresse e desgaste para os dois. Uma das maiores causas de brigas vem sendo a hora de se trocar. Ele tem uma gaveta de roupas de ficar em casa e de pijamas e uma gaveta de roupas de sair. Simplesmente, o tempo todo ele só quer roupa de sair. Ficar em casa com uma calça de malha, nem pensar! Só jeans. E isso quando aceita calça. Só quer bermuda. Blusa de frio então, só depois de muita briga. E ele está resfriado, o que me deixa ainda mais irritada. A primeira frase que ele profere, logo ao acordar é: -"Roupa de sair, mamae!".
Além disso, se ele escuta um não por qualquer motivo, grita com raiva, chora e grita mais ainda. Em outros momentos ele assoa o nariz na própria mão e sai correndo, rindo e espalhanodo ranho pelo rosto e pela casa. Seria engraçado se não fosse trágico. Tá bom vai... é mais engraçado do que trágico. Mas, dá vontade de catar e dar uns berros. E era o que eu estava fazendo. E não estava adiantando nada. Tudo estava virando um caos e a cada dia ele estava pior. Aí, após conversar com a Vó Beth, ela, após ouvir de mim a frase desesperada: -"Acho que desse jeito vou ter que começar a bater no Lucca!"- foi quem me lembrou de voltar lá atras e reler tudo e reaprender para agora aplicar a teoria à pratica.
Então, após muito pensar, tomei algumas decisões. As mais importantes são:
- me dar um restart, começar tudo de novo, do zero. Ou seja, me acalmar para lidar melhor com as situações;
- falar "não" apenas quando extremamente necessário e de uma forma carinhosa, sem ser autoritária;
- quando ele levantar a mão pra me bater, seguro seu braço e peço um abraço;
- permitir, dentro de um certo limite, que ele escolha as roupas que vai vestir já que, pensando bem, que mal há no fato dele ter sua personalidade e suas vontades?
- e, quando toda paciência e argumento do mundo não funcionarem, me abaixar ao nivel dele, olhar em seus olhos e colocá-lo para pensar no que está fazendo de errado, sentadinho em sua cama. Dois minutos é o suficiente. Dai eu o pego, ele pede desculpas e lhe faço prometer que não repetirá o que fez e não voltará a desobedecer a mamãe.
Hoje já foi assim. E o dia correu super bem, com ele muito feliz, brincando muito e gargalhando muito.
Precisamos ter muita calma, paciência e inteligência para lidar com nossos filhos. E carinho e amor são a saída para tudo. Afinal, como ensinar nossos filhos a serem amáveis se os tratarmos com truculência e autoritarismo? Não dá, né? E lá vamos nós! De noooovo!

Meninas, no Blog da Mamãe Modernex estou falando sobre Pronação Dolorosa e sobre os bebês engatinhando!

26 fevereiro 2010

Eta fase difícil!


Ai que fase, viu...
Desde a entrada do Lucca na escola, e isso não faz nem um mês, ele já teve gripe, conjuntivite e agora acho que deve ser uma faringite. Vou levá-lo ao Seo Padeiro hoje à tarde mas, pelos sintomas...
Ele come e começa a apontar para a garganta, reclama e vomita. Já foram três vezes, sendo que a última rolou essa madrugada. Ele acordou e achei que devia estar com fome, já que vomitou o jantar todo. Dei uma mamadeira e realmente ele tomou quase tudo. Quando acabou, devolveu tudo, em mim, nele, na minha cama, depois na cama dele. Daí, troquei tudo, limpei chão, dei banho nele, tomei banho e fui pra cama com ele pra dormir. Ele, na maior farra! Eu e o pai, acabados. Isso foi das três às cinco da manhã.
Hoje cedo não dei mamadeira. Resolvi deixá-lo só com pão de queijo e até agora deu certo. Já comeu também uma banana. Vamos aguardar a consulta mas que essa fase é bem chatinha, isso é.
Não estou acostumada pois ele sempre foi um tourinho, nunca ficava doente. Então, está sendo bem desgastante.
Cada dia é uma novidade, cada mergulho é um flash...rs. Mas, ainda assim, é melhor agora que ele já está maior do que bebezico de tudo passando por isso, né?
Fora isso, tem o papo do soninho. No primeiro dia de aula no período da tarde completo, ele dormiu cerca de 1:40h e me deixou muito feliz. Chegou em casa muito contente e dormiu por volta das 22:00h, sem maiores alterações na rotina. Já nos outros dias, não quis dormir, só brincou. Aí ferrou tudo.
Está dormindo cedo, perde o sono de madrugada ou acorda cedo demais e aí tem que dormir antes da escola, me desorganizando a vida. Peço pras tias da escolinha incentivarem ele a dormir, mas segundo me informaram, ele não quer. Ontem não conta porque me ligaram pra ir buscá-lo porque estava com febre. Hoje acho que não vou levá-lo. Então, só segunda que vem mesmo pra ver como é que fica...
♥ ♥ ♥
...só sei que estou com meu coração partido, cheio de dúvidas. Minha vontade é largar tudo pra ficar com ele, para protegê-lo de tudo e de todos, mas sei que a vida não é assim. Ele precisa passar por tudo isso e meu papel é ficar na retaguarda e apoiá-lo. E acho que toda essa onda de emoção dentro de mim foi desencadeada porque ontem, pela primeira vez, tive acesso, via internet, para vê-lo na escola. E me deu uma peninha dele lá...
Sei lá se é coisa de mãe superprotetora mas, vê-lo ali, no meio de tanta criança, sendo apenas mais um, me deu um aperto. Ou pode ser que eu tenha ficado assim também por ter sido a concretização da saída dele de pertinho de mim pra vida real e me bateu essa sensação de perda. Foi duro, difícil mesmo, mas foi engraçado também porque o vi bem na hora do lanche. Todas as crianças sentadinhas, lanchando, e ele andando, prá lá e prá cá, com o pão de queijo na mão. Daí a tia pegou ele, deu um beijo e o colocou na cadeirinha. E logo depois ele já se levantou de novo...rs.
Em seguida, trocaram de sala e ele ficou na fila por um colinho, coçando atrás da cabeça, num sinal de que algo não ia bem. Ai que dó!
Depois, já mediram a temperatura dele e me ligaram pra avisar da febrinha.
Só de lembrar já estou em lágrimas, sabiam?
É muita coisa pra resolver, muitas decisões a tomar, sem saber o que é certo ou errado. Mil dúvidas, um milhão de culpas! Estou sensível demais, chateada e, provavelmente, em TPM...rs!
Queria dormir uma semana seguida e esperar pra ver o que dá, sabe?
Bom, é isso. Mais um desabafo de mãe, puro e simples, cujo conteúdo só quem ama demais pode entender e que só o tempo pode curar.
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