No Aeroporto de Cumbica, em foto com o Lupi, mascote da Escolinha
Com a Vó Beth durante o vôo
Na Recoleta linda!
Correndo loucamente com os primos
Na Galerias Pacífico
Último dia, despedindo-se do Obelisco
No dia do aniversário do Gui, pintou uma idéia de todo mundo, a família inteira mesmo, viajar junto para Buenos Aires no final de semana do dia 5, aniversário da Tia Marion.
A idéia acabou desenrolando e na sexta passada seguimos rumo à Buenos Aires, mais uma vez.
A coisa começou complicada pois, por conta da greve os pilotos argentinos, nosso vôo foi transferido para a Gol e chegamos lá com horas e mais horas de atraso.
Ao chegarmos lá, ficamos mais uma hora só pra fazer o câmbio, tinha uma fila imensa, e a Tia Pati teve sua bolsa furtada dentro do Ezeiza - Aeroporto de Buenos Aires.
Fomos então pro hotel e saimos para jantar. A comida lá é a parte boa, né? Só se for para nós adultos porque o Lucca odiou! O arroz e o purê de papas (batatas) de lá são horríveis e sem gosto - como me lembrei da mãe do Pitos!
No sábado e no domingo passeamos, fomos à Recoleta, aos Outlets, e o Lucca sem ter o que comer direito. Passava com banana, mamadeira, papinha de maçã, biscoito e chegou ao cúmulo de na última noite eu levá-lo para jantar num restaurante, sozinha, tomar uma cerveja beliscando o couvert, pedir arroz, purê e ovo frito, pedir uma água pra ele, gastar 102 pesos - cerca de 40 e poucos reais, e ele dispensar toda a comida e comer três mini-médias secas do couvert com água! Olha, fiquei doida!
Mas, a loucura de viajar com tanta gente e tanta criança - foram acho que 17 adultos, 4 crianças e 1 bebê (que foi o que de menos trabalho - Luigi lindo!) foi um capítulo à parte.
O Lucca está bem acostumado a viajar, adora e se não tiver nem com fome, nem com sono, curte pra caramba. Mas, o Gui ficou doentinho, teve febre e acabou por derrubar de vez o humor e as forças da Tia Pati, e o Nandinho e a Nanda estranharam um pouco, talvez pela falta da rotina, e estressaram em alguns momentos. Mas, hora boa mesmo, era aquela em todos se encontravam no saguão do hotel e os quatro se juntavam, com espaço para farrear. Daí corriam e se divertiam feito doidos, como se estivessem em casa.
No fim, voltamos de madrugada e chegamos quase cinco da manhã de terça em casa, totalmente mortos.
Fazendo um balanço, foi muito gostoso poque viajar sempre é bom. Lógico que quando junta muita gente, existem divergências de pensamentos e vontades e sempre alguém precisa ceder para dar tudo certo. Pra gente foi muito legal e pra Vó Beth a experiência foi ímpar, já que viajou pela primeira vez na vida de avião, matou seu medo, e ainda na companhia de um dos seus netinhos.





















