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10 junho 2010

Salto de Desenvolvimento

Faz tempo que a gente não fala nisso por aqui. Por isso escrever no Blog da Mamãe Modernex tem sido tão legal pra mim. Afinal, estou matando saudades de tanta coisa que já aconteceu por aqui desde a gravidez do Lucca.

Então, mamães que quiserem ler sobre o assunto, seja pra se informar, seja pra matar as saudades também, é só clicar aqui.

Além disso, já está a mil por hora a comunidade da Mamãe Modernex no Orkut. Convido a todas a entrar, comentar e me adicionar também.

05 setembro 2008

Angústias do Crescimento

"Certamente seu filho vai passar por isso. Desde o nascimento até completar um ano de idade seu bebê terá algumas crises motivadas pelo próprio desenvolvimento. Não se assuste. É normal!!!!
A vida do ser humano é caracterizada por várias crises que se manifestam ao longo dos anos. Apesar de muitas vezes serem dolorosas e conturbadas, são necessárias ao crescimento e servem como aprendizado. A criança, como o adulto, também passa por conflitos desde os primeiros instantes de vida.
As chamadas crises evolutivas previsíveis acontecem com todas as crianças em qualquer parte do mundo. São momentos críticos, transitórios e datados. Em geral, duram duas semanas e são caracterizadas por mudanças de comportamento. Nesses períodos,
os pequeninos choram mais, têm dificuldades para dormir, querem a companhia da mãe o tempo todo, gemem, mamam mais que o normal, enfim, alteram seus hábitos.A primeira crise não é propriamente da criança, mas sim da família. Durante a gestação a rotina dos pais muda, a ansiedade aflora no seio da casa em virtude do novo ser que está prestes a nascer. A falta de estrutura e experiência pode refletir no bebê que está dentro do útero e sente tudo o que acontece com a mãe.
Aos três meses de vida, o bebê passa pela crise de adaptação com o meio externo. Nesse período diminui o envolvimento íntimo (simbiose) da mãe com o filho. O bebê descobre que ele e a mãe são duas figuras distintas, que não formam um único ser. Até então, ele só conhecia o bico do seio da mãe. Agora, descobre todo o conjunto: bico, mamilo, peito, braço, pescoço, cabeça, enfim, a mãe inteira, além de todo o universo em que ele mesmo está inserido.Um estranho no ninho.
Com mais ou menos cinco meses, a criança percebe a figura paterna. É mais um momento de crise, pois descobre que tem que dividir a mãe com outra pessoa, o pai.
Dois ou três meses depois, quando os dentes começam a nascer, o bebê morde tudo o que põe na boca, inclusive a mãe (lamentavelmente) no momento da amamentação. A mordida machuca e a mãe reclama. Na cabeça do pequeno, isso ainda não é muito claro e gera uma confusão. Ele pensa: estou ferindo a pessoa mais importante da minha vida!
Entre os sete e nove meses ocorre um período de transição. A criança torna-se realmente um indivíduo. Surge então, a angústia da separação. Ela tem medo de ficar distante da mãe. É a quarta crise.
Próximo de completar o primeiro aniversário, seu filho sofre a crise da independência. Nessa época, começa a dar os primeiros passos. Ele anda um pouquinho e volta para junto dos pais. O processo é repetido inúmeras vezes até que, finalmente, passa a caminhar sozinho. É uma mistura de ambivalência, medo e orgulho.
Não se assuste. Seu filho vai passar por todas essas crises que são momentos importantes, necessários e que impulsionam o crescimento. Nessas fases a criança tende a regredir, a "grudar" na mãe. Para diminuir a angústia e o sofrimento - principalmente à noite, quando a criança apresenta dificuldade para dormir ou acorda a noite inteira - vá até o berço, faça cafuné, fique um pouco com ela.
Conhecer as crises é muito importante. Pela falta de experiência, alguns pais tendem a confundir o choro do bebê com dor de barriga ou de ouvido. Observe. Se a criança chora mas não leva a mão ao local dolorido, é provável que esteja passando por uma das situações descritas. Não medique seu filho sem antes consultar o pediatra. Se realmente for uma crise, o melhor remédio é o carinho e a sua presença" - Dr. Leonardo Posternak*


Sobre o Sonho: "O sonho é um trabalho do cérebro para guardar em compartimentos e organizar parte de nossa memória. Tal atividade vai crescendo à medida que os bebês se desenvolvem. Como nosso sistema visual é mais rápido e a capacidade de identificar cores brilhantes aparece logo ao nascer, acredita-se que os bebês sonhem com cores assim desde cedo. Ainda não se comprovou, no entanto, se eles têm pesadelos. Na maioria das vezes em que o bebê acorda chorando é porque está na transição do sono mais profundo para o sono ativo, porque está na hora da mamada ou porque sente cólicas " - Revista Crescer

(leia aqui boa matéria a respeito da Rotina)
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