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01 novembro 2010

Querido Diário: Mais um Desabafo


Estou mais uma vez naquelas fases chatas, em que a gente enjoa da vida, se cansa de tudo, tem vontade de deitar e dormir até tudo passar. Ou a TPM acabar.
Estou com vontade de chorar, sem motivo, e de bater em alguém, também sem motivo. Sabe como é, né? E o pior é ter que explicar, todo santo mês, pra todo mundo que convive comigo, que isso não passa de uma fase, e não tem cura, e logo passa, e que o problema é com você e não com elas.
A maior vontade de todas é ganhar um colo, um carinho, uma proteção daquele querido marido, como se fosse antigamente, quando era apenas um namorado. Como se não existissem ainda casa, cachorro e filho. Como se não houvessem obrigações a cumprir, trabalho a fazer, pepinos pra resolver.
Outra grande vontade é deixar essas lágrimas, que não tem motivo pra existir, cairem até eu desidratar. Quem sabe daí elas param de insistir em vazar tão insistentemente dos meus olhos.
Também queria pintar o cabelo de preto, cortar curto, depois pintar de loiro de novo e fazer um mega-hair e ficar igualzinha já estou, mas me achando bem mais bonita porque acabei de sair do salão. Se desse pra incluir no pacote, gostaria de perder apenas três quilinhos que ganhei por probleminhas de saúde e que insitem em não ir embora nunca mais. E pior disso é que parece que os três estão concentrados na barriga.
E já que é pra pedir, que venha uma total falta de apetite para que eu pare de comer como uma fera que acabou de acordar de seis meses de hibernação. Que eu pare de desejar pastel com cerveja, pizza com coca, chocolates, churros, sorvetes, cachorro-quente com batata frita, e tudo mais de bom que há nessa vida. 
Ah! E pra terminar, que me tirem a carteira de habilitação pois, nessas fases, o-d-e-i-o dirigir. Xingo todo mundo, me estresso, me aborreço e choro muito pela injustiça de uma pessoa mudar de faixa sem dar a seta. 

24 agosto 2010

Os tombos que eu tomo e que ninguém vê...

Muita gente me acha um exemplo de mãe e o Lucca um exemplo de filho; que tudo é perfeito, que a gente não se desentende, que eu não me aborreço e que ele sequer me dá trabalho. Tudo um monte de devaneios! Principalmente nas últimas semanas, ele anda me dando muito trabalho. Trabalho não só no sentido de acordar várias vezes durante a noite e de exigir demais a minha presença durante o dia. O pior mesmo vem sendo os embates, os enfrentamentos. E eles me fizeram voltar novamente aos meus arquivos, de tudo que já li e já opinei com relação a essa fase da criança. E percebi que estou fazendo tudo errado. Nesses embates nunca saem vencedores. Eu nunca vou conseguir que ele faça o que eu quero porque ele não entende o que é e nem o porque de eu querer. É puro estresse e desgaste para os dois. Uma das maiores causas de brigas vem sendo a hora de se trocar. Ele tem uma gaveta de roupas de ficar em casa e de pijamas e uma gaveta de roupas de sair. Simplesmente, o tempo todo ele só quer roupa de sair. Ficar em casa com uma calça de malha, nem pensar! Só jeans. E isso quando aceita calça. Só quer bermuda. Blusa de frio então, só depois de muita briga. E ele está resfriado, o que me deixa ainda mais irritada. A primeira frase que ele profere, logo ao acordar é: -"Roupa de sair, mamae!".
Além disso, se ele escuta um não por qualquer motivo, grita com raiva, chora e grita mais ainda. Em outros momentos ele assoa o nariz na própria mão e sai correndo, rindo e espalhanodo ranho pelo rosto e pela casa. Seria engraçado se não fosse trágico. Tá bom vai... é mais engraçado do que trágico. Mas, dá vontade de catar e dar uns berros. E era o que eu estava fazendo. E não estava adiantando nada. Tudo estava virando um caos e a cada dia ele estava pior. Aí, após conversar com a Vó Beth, ela, após ouvir de mim a frase desesperada: -"Acho que desse jeito vou ter que começar a bater no Lucca!"- foi quem me lembrou de voltar lá atras e reler tudo e reaprender para agora aplicar a teoria à pratica.
Então, após muito pensar, tomei algumas decisões. As mais importantes são:
- me dar um restart, começar tudo de novo, do zero. Ou seja, me acalmar para lidar melhor com as situações;
- falar "não" apenas quando extremamente necessário e de uma forma carinhosa, sem ser autoritária;
- quando ele levantar a mão pra me bater, seguro seu braço e peço um abraço;
- permitir, dentro de um certo limite, que ele escolha as roupas que vai vestir já que, pensando bem, que mal há no fato dele ter sua personalidade e suas vontades?
- e, quando toda paciência e argumento do mundo não funcionarem, me abaixar ao nivel dele, olhar em seus olhos e colocá-lo para pensar no que está fazendo de errado, sentadinho em sua cama. Dois minutos é o suficiente. Dai eu o pego, ele pede desculpas e lhe faço prometer que não repetirá o que fez e não voltará a desobedecer a mamãe.
Hoje já foi assim. E o dia correu super bem, com ele muito feliz, brincando muito e gargalhando muito.
Precisamos ter muita calma, paciência e inteligência para lidar com nossos filhos. E carinho e amor são a saída para tudo. Afinal, como ensinar nossos filhos a serem amáveis se os tratarmos com truculência e autoritarismo? Não dá, né? E lá vamos nós! De noooovo!

Meninas, no Blog da Mamãe Modernex estou falando sobre Pronação Dolorosa e sobre os bebês engatinhando!

26 fevereiro 2010

Eta fase difícil!


Ai que fase, viu...
Desde a entrada do Lucca na escola, e isso não faz nem um mês, ele já teve gripe, conjuntivite e agora acho que deve ser uma faringite. Vou levá-lo ao Seo Padeiro hoje à tarde mas, pelos sintomas...
Ele come e começa a apontar para a garganta, reclama e vomita. Já foram três vezes, sendo que a última rolou essa madrugada. Ele acordou e achei que devia estar com fome, já que vomitou o jantar todo. Dei uma mamadeira e realmente ele tomou quase tudo. Quando acabou, devolveu tudo, em mim, nele, na minha cama, depois na cama dele. Daí, troquei tudo, limpei chão, dei banho nele, tomei banho e fui pra cama com ele pra dormir. Ele, na maior farra! Eu e o pai, acabados. Isso foi das três às cinco da manhã.
Hoje cedo não dei mamadeira. Resolvi deixá-lo só com pão de queijo e até agora deu certo. Já comeu também uma banana. Vamos aguardar a consulta mas que essa fase é bem chatinha, isso é.
Não estou acostumada pois ele sempre foi um tourinho, nunca ficava doente. Então, está sendo bem desgastante.
Cada dia é uma novidade, cada mergulho é um flash...rs. Mas, ainda assim, é melhor agora que ele já está maior do que bebezico de tudo passando por isso, né?
Fora isso, tem o papo do soninho. No primeiro dia de aula no período da tarde completo, ele dormiu cerca de 1:40h e me deixou muito feliz. Chegou em casa muito contente e dormiu por volta das 22:00h, sem maiores alterações na rotina. Já nos outros dias, não quis dormir, só brincou. Aí ferrou tudo.
Está dormindo cedo, perde o sono de madrugada ou acorda cedo demais e aí tem que dormir antes da escola, me desorganizando a vida. Peço pras tias da escolinha incentivarem ele a dormir, mas segundo me informaram, ele não quer. Ontem não conta porque me ligaram pra ir buscá-lo porque estava com febre. Hoje acho que não vou levá-lo. Então, só segunda que vem mesmo pra ver como é que fica...
♥ ♥ ♥
...só sei que estou com meu coração partido, cheio de dúvidas. Minha vontade é largar tudo pra ficar com ele, para protegê-lo de tudo e de todos, mas sei que a vida não é assim. Ele precisa passar por tudo isso e meu papel é ficar na retaguarda e apoiá-lo. E acho que toda essa onda de emoção dentro de mim foi desencadeada porque ontem, pela primeira vez, tive acesso, via internet, para vê-lo na escola. E me deu uma peninha dele lá...
Sei lá se é coisa de mãe superprotetora mas, vê-lo ali, no meio de tanta criança, sendo apenas mais um, me deu um aperto. Ou pode ser que eu tenha ficado assim também por ter sido a concretização da saída dele de pertinho de mim pra vida real e me bateu essa sensação de perda. Foi duro, difícil mesmo, mas foi engraçado também porque o vi bem na hora do lanche. Todas as crianças sentadinhas, lanchando, e ele andando, prá lá e prá cá, com o pão de queijo na mão. Daí a tia pegou ele, deu um beijo e o colocou na cadeirinha. E logo depois ele já se levantou de novo...rs.
Em seguida, trocaram de sala e ele ficou na fila por um colinho, coçando atrás da cabeça, num sinal de que algo não ia bem. Ai que dó!
Depois, já mediram a temperatura dele e me ligaram pra avisar da febrinha.
Só de lembrar já estou em lágrimas, sabiam?
É muita coisa pra resolver, muitas decisões a tomar, sem saber o que é certo ou errado. Mil dúvidas, um milhão de culpas! Estou sensível demais, chateada e, provavelmente, em TPM...rs!
Queria dormir uma semana seguida e esperar pra ver o que dá, sabe?
Bom, é isso. Mais um desabafo de mãe, puro e simples, cujo conteúdo só quem ama demais pode entender e que só o tempo pode curar.

02 setembro 2009

Ser mãe é tudo de bom

Ontem, como em todas as noites, me deitei num edredom com o Lucca no chão do quarto dele para fazê-lo dormir. Normalmente, ele já mamou, está de banho tomado, fraldas limpas, pijama e meias, e chupeta na boca. O quarto com uma luz bem fraquinha e numa temperatura bem agradável. Se ele está mais agitado, normalmente antes de deitarmos eu o embalo cantando uma musica da natação que ele adora. O momento é de muito amor mas, muitas vezes ele demora a dormir e fico cansada, quase desisto. Penso na novela, no Fabricio me esperando na sala. Mas, não me deixo levar pela ansiedade, converso com ele e retomo as tentativas.
Quando ele dorme, o coloco no berço e sinto meu coração quente, vivo. Sinto que amo demais aquela criaturinha e minha vontade é pegá-lo novamente e enchê-lo de beijos e ouvir sua gargalhada, ver seus dentes e olhos sorrindo pra mim. É um amor gigantesco, sem precedentes, uma coisa louca. E quando penso que parou por aí, volto ao começo do texto.
Ontem, depois de embalar e deitar com ele, num momento em que ele já estava tomado pelo sono, já de costas para mim, percebo que ele tirou a chupeta. Pensei comigo mesma que ele havia acordado e que começariamos tudo de novo. Mas, não. Ele se virou pra mim, olhou em meus olhos e me deu um beijo no rosto. Pôs então a chupeta na boca novamente, virou-se e dormiu. Na hora meus olhos se encheram de lágrimas que transbordaram numa emoção enorme e intensa. Foi um beijo de amor, de agradecimento ou apenas um recado de que dia havia sido maravilhoso. Poderia ser apenas um gesto perdido naquele momento de sono mas, isso se repetia na segunda noite seguida e, na hora da sonequinha, agora a tarde, ele fez de novo. Meu coração está saltando! Não dá pra descrever quanta alegria a gente sente numa hora dessas. Parece que faz valer cada noite mal dormida, cada momento de paciência que a gente buscou sei lá onde diante de uma travessura, cada refeição mal comida diante de um choro ou de uma fralda de cocô.
É demais de bom. Ser mãe é tudo, tudo de bom!

03 abril 2008

Confissões...

Hoje, depois de dois meses de nascido o Lucca, eu confesso que passei por momentos difíceis, tanto físicos como emocionais. Primeiro, me frustrei de não ter tido um parto normal. Acredito que esse fato me deixou nervosa demais e me fez bloquear a anestesia (tive que tomar três vezes a raqui) e sentir mais dores na recuperação do que normalmente eu, a super Giovana, sentiria...rs**.
No começo odiei o anestesista, fulminei com pensamentos o meu médico, chorei com a cicatriz e me senti marcada. Mas na minha vida é assim, mesmo quando dá errado, dá certo. Hoje, agradeço a Deus por ele ter vindo de cesárea, por causa do seu tamanhão, e porque foi dessa forma que ele chegou bem aos meus braços.
Aos poucos, as dores se foram completamente, meu corpo voltou ao que era no passado, até o tamanho dos seios (apesar do leite que alimenta unicamente meu mamifero), a cicatriz está diminuindo e os ódios e traumas se foram.
Recadinho para as futuras mamães: se desejam ter seu bebê nos braços, seja de que forma for, não encasquetem com um tipo de parto para não se frustrar. Devemos confiar em nosso médico e acreditar que ele sabe o que é melhor pra gente naquele momento e ponto. Dor, a gente vai sentir de qualquer jeito, no PN ou no PC, o bebe chegará também de qualquer jeito e a recuperação virá logo depois também de qualquer jeito...então, que seja o que Nossa Senhora do Bom Parto escrever.
Bom, logicamente, a conversa não termina por aqui. No hospital, eu estava meio dopada com os medicamentos para dor, o que não me impediu de dar muito de mamar ao meu filhote, maaaaaas, me impediu de sentir o tamanho do "pepino" que eu estava levando pra casa, senão eu não estava sorrindo nas fotos da alta...ahahahah!!!
Na primeira noite em casa, num dos poucos momentos em que eu consegui domir, acordei com ele com o nariz ou vias aéreas tapadas com aqueles restinhos de líquido, ou sei lá o que do parto. Numa ação de super-mulher, com o Lucca chorando, peguei o aspirador nasal e coloquei nele pra puxar o que estava ali. Isso com o super-apoio do super-pai e da super-avó (presenças importantíssimas no começo). E com o próprio chorinho, mais a aspiração, o vilão desentupiu o caminho. Só que eu entrei em parafuso e berrei: -"Meu Deus!!! Nunca mais vou poder dormir, sob pena desse menino morrer e eu não perceber!!! O que que eu vou fazer da minha vida !!!"
E ainda tinha que ouvir a mulherada, mães experientes, que me diziam: -"Ai, é muito bom ser mãe, né..." - Todas loucas, eu pensava, e perguntava: - "O que é bom? Não poder mais dormir? Ter alguem totalmente dependente de mim pra sempre e não poder voltar atras, ou tudo isso junto? ahahaha!!!
Visitas, então, eu odiava pensar que viria alguém em casa. O motivo eu desconheço, mas odiava. Devo ter sido mal educada com muita gente, não atendi telefonemas, não respondi e-mails e evitei o quanto eu pude receber gente em casa.
Outro recadinho: é punk mesmo, pra todo mundo é assim e todas sobrevivem, então, não se desesperem...o primeiro mês é fase de adaptação, de conhecimento, de aprendizado. Li que a gente não deve se sentir um monstro se não amar compulsivamente o neném logo que ele nasce. Lógico que a gente ama, quer o bem , cuida dele, mas às vezes a gente se pergunta mesmo se fez o certo resolvendo engravidar, se a gente nasceu mesmo pra isso, afinal ele está trazendo uma série de mudanças , tanto em seu corpo, quanto em sua vida. E isso é complicado...mas passa, e você vai amá-lo loucamente rapidinho...rs**.
Outra coisa: não pense nos outros e sim em você. Respeite os seus limites e as suas vontades. Não quer, não quer e ponto. Os outros com certeza vão entender.
Muiiiito importante também é ter um papai preparado para ajudar nos primeiros dias, tanto no apoio emocional quanto no prático, e ter, se possível, as duas mulheres mais importantes da sua vida naquele momento ao seu lado (no meu caso, minha mãe e minha sogra). Elas vão cuidar da casa, fazer o almoço, lavar aquela loucinha, despachar gente chata com toda finesse do mundo, e se for da vontada da mamãe, como aconteceu comigo, ajudar com o bebê, não só dando opiniões, mas tomando conta dele, olhando nos olhos dele, anotando cada movimento, enquanto a gente dorme e se acalma e refaz com o sono. Amo as duas que me ajudaram e ainda ajudam muito. E o papai também, que agora já não precisa mais tomar conta do Lucca e de mim e dorme tranquilo, porque acho muita sacanagem ficar fazendo o marido levantar toda noite, tendo que trabalhar no dia seguinte. Só aceito ajuda dele quando é extremamente necessário, já que quando o Lucca fica muito bravo, só se acalma nos braços do papai...lindos!!!
Muiiito importante também é, durante a gravidez, ler muito sobre os cuidados do bebê. O livro da Encantadora de Bebês me foi muito útil para entender o que o Lucca quer dizer quando chora e para evitar coisas que o irritem, como a superestimulação. Uma das coisas que aprendi é: não é porque ele chora que está triste...rs**. É o jeitinho que ele sabe para passar seus recados. Hoje conheço cada chorinho e acerto quase sempre com ele.
No berçário, antes de sair, pedi pra acompanhar o banho, a troca de fraldas e os cuidados com o umbigo, já que nunca havia feito nada disso nunca na vida. Em casa, minha sogrinha deu o primeiro banho comigo e o segundo já dei sozinha. A banheira com suporte é uma ótima dica de compra. Dá mais segurança para as mães inexperientes e evita qualquer acidente.
Hoje em dia, já adoro receber visitas, atender telefonemas e passear. Tudo voltou ao normal e sou sociável de novo. É um período que passa e nunca mais volta. Por isso, devemos enfrentá-lo com calma e até, de certa forma, curtí-lo. Uma coisa que me ajudou muito e me fez voltar a dormir melhor foi o que a madrinha do Lucca me disse quanto ao meu " parafuso " : - os bebês nascem para viver e não para morrer -. Tão simples e tão profundo, a maior verdade que eu já ouvi. Isso me fez entender que eu não preciso ficar " secando " o coitado 24 horas por dia. Ele respira sem mim, funciona sem mim, só preciso cuidar dele e supervisioná-lo, ajudando quando for preciso. Paulinha, muito obrigada também!!
Uma Dica: Se nas primeiras semanas você conseguir sair pra fazer as unhas e os cabelos, você se sentirá muito bem. E se tiver leite, aprenda rápido a tirá-lo e congelá-lo. Sem neuras! Isso será muito útil no futuro quando quiser sair um pouco, ir ao shopping, ao salão, comer uma pizza com o marido (contato que faz muita falta), e alguém, tipo uma vovó, ficar cuidando do bebê. Você vai poder sair tranquila, que se ele tiver fominha, é só dar o leitinho armazenado. Digo isso porque no segundo mês seu corpo passará a equilibrar a produção de leite e pode ser que não sobre para armazenar. Comigo está sendo assim. E olha que tinha leite pra uma creche...rs**.
E, finalmente, outra coisa utilíssima, é comprar um óleo de massagem para bebê. Quando as coliquinhas chegarem, santo remédio é fazer Shantala. No começo, eu tinha preguiça só de pensar, achava muito bicho-grilo pro meu gosto. Mas, depois de uma travada de quase 24 horas no intestino do Lucca, vi minha mãe fazendo, e imediatamente, aquele cocozinho lindo saindo, aprendi e aplico quase todos os dias antes do banho da noite. Ele relaxa, toma banho, mama e dorme, dorme muiiiito.
Bom, falei demais. Acho que nunca tinha falado tanto nesse blog!!!!
Mas faltou só falar mais uma coisa: é muito gostoso quando ele dorme e eu fico livre para algumas atividades, tipo agora, na Internet, ou vendo um filme, mas na hora que ele acorda e dá aquele chorinho, minha vida ganha sentido de novo, sinto-me a mais feliz das mortais. Corro pra ele, cubro de beijos e encho a boca pra dizer: -"O que foi, meu filho!!!!".
Gente, as malucas estavam certas: É MUITO BOM SER MÃE!


A risadinha dele, a respiração, os resmungos, os cocôs, tudo é motivo de alegria. A vida pode não ser fácil, mas é simples. A felicidade está em coisas simples e um filho é a coisa mais maravilhosa do mundo pela simplicidade com que ele chega e permanece em nossa vida.


♥ ♥ ♥ Lucca, sou apaixonada por você, garoto ♥ ♥ ♥
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