29 setembro 2014
E a escola, Sofia? Como vai?
02 agosto 2011
Sou do Bem. Seja também!
Será um período em se realizarão pesquisas, debates, plantação de sementes, jogos cooperativos e arrecadação de itens para doação. Mais do que nunca, nesta semana, as crianças aprenderão na teoria e na prática sobre valores como generosidade, respeito, cortesia, cooperação, solidariedade, entre outros que permitem uma aproximação afetuosa entre as pessoas, diminuindo a violência e trazendo paz.
Vocês não tem idéia do que isso significa! Ele sempre foi extremamente ciumento com suas coisas e, de uma hora pra outra, esse desapego.
Fiquei muito feliz e já separamos muitas coisas lindas para doar pra quem precisa. A escola vai arrecadar e doar para o Recanto da Paz, que acolhe diversas famílias dos bairros mais carentes de Santos.
13 julho 2011
Férias Tranquilas e Sociabilidade em Alta
Em seguida fomos conferir os filmes em cartaz no cinema e os lindos aproveitaram para posar com os Smurfs.
07 fevereiro 2011
Dia Difícil
A volta à escola não está sendo nada fácil. Semana passada ele chorou muito desde a hora que soube que ia pro colégio até a hora que entrou. Lá, já no colo da Tia nova, ele parou. Mas, tenho comigo que ele para de chorar por vergonha, não por falta de vontade.
Na hora do almoço, seu Tio-Avô Daniel veio comer aqui, junto com o Papai. Quando eles estavam chegando lhe disse: Vamos colocar a roupa que o Tio Dani tá chegando. Ele aceitou, colocou correndo pois não recebe qualquer pessoa nem sem a camisa, quanto mais pelado...rs! Daí logo avisei: Vamos colocar essa roupa, depois vamos almoçar e depois tomaremos banho pra ir à escola. E todo o circo se armou de novo. E hoje cansei, entreguei os pontos, desisti. Afirmei que ele ia mas, confesso, fingi na frente dele uma ligação da escola dizendo que hoje não teria aula. E disse pra ele: Olha, é a Tia Marcia no telefone. Ela tá avisando que hoje não tem aula mas, que amanhã tudo volta ao normal. Ele sorriu, feliz e aliviado, e logo fechou a cara dizendo que amanhã não vai, não...
15 outubro 2010
Lembranças da Infância
Bom, voltando ao presente, nesta semana fiz dois posts super legais na Mamãe Modernex: um sobre o Dia das Crianças, que já comentei aqui, e outro de gosto meio duvidoso, sobre puns e arrotos...rs! Vale a pena acessar.
23 maio 2010
Primeira Semana de Aula e a Vida na Telinha
19 abril 2010
De volta à escola
26 fevereiro 2010
Eta fase difícil!
17 fevereiro 2010
Balanço da Escolinha
02 fevereiro 2010
Nosso primeiro dia de aula!
A escola, maravilhosa por sinal, fez um horário difereciado na primeira quinzena de aulas para adaptação. Então, nesses primeiros dias ele entra ás 15h30. Assim, comecei a "puxar" a rotina dele pra mais cedo. Deixo ele acordar sozinho (o que raramente acontece depois das nove da manhã), dou mamadeira e não dou mais nada de comer. Daí a gente brinca, vai à praia, e depois vem o almoço. Ontem o almoço foi ao meio-dia e hoje já puxei pras 11h30.
Depois do almoço, um bom banho e clima relax na casa.
Ontem às 13h00 ele já estava dormindo e hoje às 12h20! Nesses momentos vejo como implantar rotina desde cedo e' importante. Deixei dormir e por volta das 15h00 ele acordou sozinho e feliz, mamou e fomos à escola. Problema da nova rotina resolvido, pois até chegar o horário normal das aulas, já terei conseguido fazê-lo dormir por volta das 11h30 e acordar aàs 13h00. A soneca vai diminuir, mas na escola ele poderá dormir de novo se sentir necesidade.
Daí veio o medinho de deixá-lo e ele chorar. Resolvi comigo mesma que seria segura, firme e feliz a todo momento pra passar isso pra ele. Então, a todo momento escola é legal, conversamos muito o tempo todo (apesar de não saber se ele entende tudo), e sorriso no rosto da mamãe, sempre! Na entrada e na saída. E deu certo mais uma vez.
A escola é muito competente e mandou uma cartinha pras mamães antes das aulas iniciarem dando dicas de adaptação. Uma das mais importantes que eu percebi foi levar a criança andando, no chão, e não no colo. Assim evita passar aquela impressao da crianca sendo arrancada do colo da mae, principalmente nos casos das mais resistentes.
Na hora que chegamos, a Tia Carmem, Coordenadora, que ele havia conhecido semana passada já veio, que nem um furacão e não deixou a gente nem pensar, ou melhor, sem valorizar demais o momento da separação, pegou o Lucca no colo e foi conversando com ele e entrando na escola. Ele nem olhou pra trás. E se foi... Fiquei lá, meio sem saber o que fazer e outra Coordenadora me disse alguns minutos depois que ele estava bem, que havia chorado um pouquinho mas que já havia parado. Me dirigi então a uma sala preparada especialmente para as mães, com duas psicólogas para conversarmos sobre as reações dos filhos e das mães também. Foi super instrutivo e o tempo voou. Logo já era hora de buscá-lo.
E ele saiu, todo fofo, como se nada tivesse acontecido, dando tchau pra todo mundo... Lindo da minha vida!!
Hoje, o segundo dia, também era temido mas, ao acordar, o papai perguntou: Vamos pra escola? Ele disse: Bamo! Pusemos o uniforme e novamente foi tudo em paz. Conforme fui informada, chorou um pouco no começo mas comeu seu lanche, brincou e saiu feliz da vida, gargalhando quando o peguei no colo.
Esse menino é de ouro. Mas, essa fase não é fácil pra ninguém.
Ontem a sala das psicólogas tinha apenas três mães. Hoje já tinha seis. E é muito legal conversar com elas pra entender tudo que está acontecendo. Pra mim e pro Lucca está correndo tudo bem e isso graças aos três lados: bebê legal, mamãe cabeça boa e escola competentíssima!
Estou muito feliz. Parabéns filho, você está sendo fantástico!
E, para as amigas que logo passarão por isso, se não tiverem profissionais disponíveis na escola, procurem ler bastante sobre o assunto (artigos profissionais e não só desabafos de mãe pois cada criança é diferente da outra), se preparem e fiquem calmas e seguras, confiantes na escola, porque a criança vai sentir isso e, por mais que a adaptação seja difícil pros dois, é apenas uma fase passageira.
19 setembro 2009
Nossa: já está chegando a hora da escola !!
A ESCOLHA DA MELHOR ESCOLA
O tempo voa e esse menino está tão crescido. Por isso, por aqui já estamos começando a procurar uma escolinha para colocar o Lucca no próximo ano. Posso adiantar que está sendo muito difícil. Andei visitando algumas, de padrão médio e alto, e o senso crítico fica aguçado nessas horas. Numa delas o pátio estava sujo de folhas caídas, com caroços de frutas ao chão (qualquer criança poderia colocá-los na boca e se engasgar, pois eram muitoooos) e, perguntada pela Diretora da Escola, a recepcionista informou que ela estava em casa preparando o almoço das crianças (!). Fora que a Professora do Infantil III ao ser questionada pelo cardápio, me respondeu que "vareia". Não gostei mesmo e não se tratava de uma escolinha qualquer, não. Numa outra, de alto padrão na cidade, ao questionar a coordenadora sobre qual a metodologia pedagógica aplicada, ela me respondeu que simplesmente que era uma metodologia própria (?). Fiquei com cara de interrogação, com certeza. E além desses, muitos outros fatores contrários pesaram. Um fato curioso é que somente em uma das escolinhas que eu visitei, alguém brincou com o Lucca. Nas outras ele foi ignorado por quem nos atendeu e sabe como é, né: deu doce pro filho, adoçou a boca da mãe..rs... enfim, o que queremos é nossos filhos felizes, bem alimentados e educados. Espero da escolinha que escolher que seja uma extensão da nossa casa, que seja limpa, arrumada, organizada, com pessoas educadas, cultas, competentes e atenciosas com meu filho. Por isso já estou vendo com tanta antecedência, porque, pelo jeito, vou andar bastante...rs*. Mas, antes de sair à caça da escolinha perfeita, devemos nos inteirar completamente do assunto para saber o que buscar, o que procurar e o que perguntar. Na Revista Crescer encontrei este artigo muito bom. Vou dividir com vocês:"Uma das primeiras coisas com que você vai se deparar ao escolher a escola de seu filho é uma porção de nomes e conceitos. Antes de deixar que dêem um nó na sua cabeça, saiba que em educação os conceitos são a base, claro, mas não são tudo. As linhas pedagógicas da história da educação ainda vigoram e você terá muitas opções. Para conhecer, vai ter de entrar na escola, perguntar, observar, conversar muito. Não para se intrometer no projeto, mas para, quem sabe, ser conquistado por ele. "O olhar do pai é fundamental para saber se a escola tem um ambiente acolhedor", afirma a pedagoga Maria da Graça Souza Horn. Sim, você tem muito trabalho pela frente. Não há receita pronta quando o assunto é escolher a escola ideal para uma criança. Para ajudar você nessa tarefa, preparamos um guia para você descobrir o que realmente é preciso entender de educação para seu filho começar da melhor forma essa relação que dura a vida toda.
Para escolher bem, você precisa saber se:
... as portas estão mesmo abertas. Você tem direito de falar com a diretora, a coordenadora, o professor, o cozinheiro, o faxineiro. Pode andar pelas salas, pátios, banheiros, observar tudo. "O espaço fala mesmo que a gente não queira escutar". Mas, claro, duvidar tem limite. Para criar uma relação de confiança, o respeito vale para os dois lados. A escola que limita a passagem dos pais tem alguma coisa errada.... o projeto pedagógico é claro. As linhas pedagógicas da educação permeiam, principalmente, quatro direções: a Construtivista , a Montessoriana, a Waldorf e a Democrática. Mas nomes não bastam (conheça cada uma delas clicando no link acima). Os projetos pedagógicos são os princípios que vão nortear todas as práticas na escola, desde o fato de priorizar alfabetização ou não, ao tipo de brincadeira a ser estimulada, passando pela forma como os espaços interno e externo são distribuídos. Em muitas há influência de mais de uma linha, o que não é necessariamente um problema. A dificuldade fica por conta dos pais, que querem entender logo que tipo de aprendizado o filho terá. "O que importa é que a escola tenha um projeto pedagógico, uma linha a seguir. É como acontece com o método de alfabetização. Não é preciso ensinar a criança a ler assim ou de outro jeito: é preciso ensinar a criança a gostar do livro."
... não só gostam de crianças "Claro que é preciso gostar de criança para trabalhar em escola, mas o profissional precisa gostar é de educação", diz o educador Marcelo, da Estilo de Aprender. Na escola não há criança, há aluno. "Lá, ela interage de modo diferente do que na praia, no clube", afirma o educador. Ele é quem substituirá, por horas, os pais como modelo de adulto e o que ele disser vira "lei". "É uma relação direta. O que a professora disser ser legal, bonito, gostoso a criança vai gostar. Principalmente na educação infantil, valor e conteúdo estão juntos. Se você dá valor ao livro e vê o professor passando em frente de uma livraria sem olhar para ela, é esse o recado que ele vai passar. Da mesma forma, se os pais não são letrados e a criança ama poesia, pode apostar: a professora tem livros ao redor dela", diz o filósofo Ghiraldelli Jr. O professor funciona como vitrine da escola. É ele quem mostra o que a instituição pensa sobre ensinar, quem instiga a curiosidade, quem faz o dia-a-dia ser interessante. Mais: quem nos inquieta e nos faz ir em busca de conhecimento. E não é assim o jeito gostoso de aprender?
... o professor continua aprendendo. Os especialistas são unânimes: a formação de um educador deve ser contínua. "Na Espanha, o professor de educação infantil é mais bem pago, porque a especialização dele é ainda maior, tem de entender do desenvolvimento da criança, não é só transmissão de conteúdo", diz Angela Martins, coordenadora de educação infantil do Colégio Dante Aliguieri. O ideal é que se defina um espaço para esse aprendizado na própria escola, para que os professores estudem, reúnam-se, discutam em que escola estão e qual caminho vão seguir. ... o discurso não é vazio. Pergunte, pergunte, pergunte. Na hora de discursos prontos como "esta escola incentiva a autonomia", ou dos confusos como "utiliza processo transdisciplinar", emende imediatamente um "como assim?". Peça exemplos, casos, situações, conquistas. Tente entender no cotidiano como isso se dá de fato. Somente assim você vai conseguir visualizar como a educação acontece.
... a brincadeira corre livre. É importante ter a brincadeira dirigida, mas a espontânea também tem muito valor. O espaço garante autonomia às crianças na sala? Com 1 ano de idade, ela tem objetos acessíveis e adequados para pegar, para escolher? Ou está tudo no armário dependendo de o professor pegar? Escolher o brinquedo tem que ver com aprender a se vestir, aprender a amarrar o sapato. Tudo pode ser feito, com autonomia e supervisão, e de forma gradativa. "Se a sala tem só alfabeto e não tem brinquedo, há algo errado. E não é preciso ser só brinquedo industrial, pode ter sucata, pedrinha", afirma a educadora Karina Lopes.... gosta do método de aprendizado. Isso engloba tudo: se usam tinta e argila, se há lição de casa, se fazem passeios de exploração do meio, se organizam jogos, se trabalham por temas, se usam livros, se incentivam a leitura, como tratam a alfabetização. Os pais têm de saber o que buscam para o seu filho. "Muitos vêm com o discurso: ‘Não estou preocupado com que ele aprenda agora’. Mas é impossível! Ele aprende o tempo todo", diz o educador Marcelo. E esse aprender entrelaça-se com o brincar. A criança está mais do que nunca na fase das experimentações. Mexer com tintas e artes, por exemplo, aborda o convívio social e os novos olhares sobre uma mesma "coisa". Mexer com terra dá à criança um envolvimento mais direto com questões ambientais. "E tinta e terra não é 'bagunça de criança'. Esses materiais têm um porquê, um planejamento", afirma Marcelo. Verifique também como é feita a avaliação do rendimento da criança. Não é uma questão de nota ou de comparar seu filho com os amigos, mas de saber como está o desenvolvimento dele, emocional e intelectual. Também investigue como a escola trata dificuldades de aprendizagem. Todos aprendem de forma sistemática ou seguem o ritmo de cada criança? E o que acontece com os que se atrasam? Há aula de reforço? Perguntas que você pode, e deve, fazer nas entrevistas.
... lidam bem com a disciplina. Deixe os preconceitos de lado e entenda de fato como é abordada a questão de disciplina na escola que você visita. Como se trabalham direitos e deveres? Que importância se dá à questão dos limites? Não é porque a escola é "moderna" que é liberal. E nem porque é tradicional que é linha dura. Até nas escolas chamadas de democráticas, existem regras, decididas em assembléias gerais para colocar ordem na convivência. Há maneiras de descobrir como a escola age, se há castigo, se há respeito e impõe respeito às crianças e como acha que a família influencia nisso. Converse sobre o assunto, pergunte como eles lidam com o aluno que "coloca fogo na classe". E avalie se eles conduzem a situação como você faria em sua casa.
... o espaço também é educativo. A escola deve ter uma área iluminada, gostosa. Não pode ser apenas um quintal adaptado. Pense: será que meu filho vai se sentir estimulado nesse espaço? Como são as cores, as paredes, o que vai fazer parte do campo de visão diário do seu filho? Por outro lado, você precisa checar se o local é seguro, se seu filho vai conseguir se virar bem sozinho sem precisar de cuidados o tempo todo. "Numa escola, todos os espaços são educativos. É como um pátio que só existe para que as crianças corram e corram: tem de pensar, por exemplo, que elas podem não querer ficar correndo o tempo inteiro, podem querer uma sombra gostosa, uma casinha de boneca, um lugar para levar um jogo, sentar", diz a pedagoga Maria da Graça, que estudou profundamente o espaço nas escolas.
... vai além do conteúdo da TV. Na escola há música, televisão, aparelho de DVD? E livros? Existem datas comemorativas ou as crianças aprendem cultura popular, erudita, nacional e internacional ao longo do ano? Há passeios culturais? De que forma se trabalha com lixo reciclável ou voluntariado? A escola pode, sim, fazer muito mais pelo seu filho do que reproduzir o repertório da televisão e das datas pré-estabelecidas. E em qualquer idade. Mesmo os pequenos podem tirar proveito do prazer de conhecer uma obra de arte. Muito além do dia do índio, do dia da árvore...
... cuidam bem da alimentação. O que a criança come na escola também faz parte do que ela aprende lá. Se o lanche é oferecido por eles, veja se é saudável, bem cuidado. Se há uma cantina, cheque o que oferecem, o que a criança vai poder comprar. Também é importante saber dos combinados sobre o assunto: pode levar bala, salgadinhos, refrigerante? Tudo depende do que você acha bom servir para seu filho...
... seguem uma rotina. Ter horário para fazer as coisas demostra organização e bom aproveitamento do tempo. Além de trazer segurança para a criança. Cheque se o período que seu filho passa na escola é bem dividido: tempo para brincar, conversar, tomar lanche, descansar, pintar. A escola não é a casa da avó onde tudo pode a qualquer hora.
... os valores combinam com os seus. Você pode por algum motivo se encantar com o estilo de uma ou de outra, mas não pode se deixar levar. "Já tivemos de chamar pais e perguntar: será que é essa mesmo a escola para o seu filho? Para a parceria dar certo, os pais precisam confiar", afirma a educadora Renata, da Escola Viva, que adota uma linha educacional na concepção construtivista. Karina Lopes, do MEC, dá um exemplo extremo. "Se eu acho que bater educa e a escola acha isso um absurdo, não vai dar certo. Se você quer que seu filho aprenda a ler com 4 anos de idade e a prioridade daquela escola não é a alfabetização nessa fase, também não dá. As idéias têm de coincidir, senão quem perde é a criança."... os pais parecem felizes. Não há nada demais em buscar referências com colegas ou pais que você conheça na porta da escola. Eles podem ajudá-la a compreender como funciona na prática o projeto pedagógico. A troca de idéias é sempre uma ótima pedida. E ela não precisa parar nunca.
... acolhem bem o seu filho. Certeza mesmo você só vai ter no dia a dia, mas uma visita com a criança na escola pode ajudar bastante antes de você tomar a decisão. Mas saiba que, em educação, nada é definitivo. Mesmo que não saiba falar, ele pode, e muito, mostrar a você se gosta ou não da escola. Sempre depende do jeito como ele entra e sai, de quanto ele fica bem nela, de quanto é acolhido por todos os funcionários. Ninguém melhor do que você para ajudá-lo a interpretar os sentimentos.





